Desejo do dia: [saber] Desenhar

Em um dos meus primeiros posts (se não foi o primeiro… to com preguiça de olhar!) comentei sobre desenhar… e desde então não desenhei mais nada! Ou seja, há muuuuito tempo não tenho praticado!

Estes últimos dias tenho assistido uns vídeos de desenhos no Youtube que estão me motivando a voltar a desenhar, mas logo na primeira tentativa… que decepção… nada sai como imaginado! D:

Não consegui sair do olho:

Whose eye is it anyway?

Whose eye is it anyway?

Um dos vídeos que assisti e achei o máximo:

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Um pouco de cultura japonesa

Ontem à noite surgiu um assunto bem interessante enquanto estava conversando com meus pais… algo que não fazia nem idéia de que eles participavam… Meu pai estava comentando sobre a época em que ele ajudava nos encontros de “Omiai” (casamento arranjado) dos amigos dele. Mas calma, neste caso, não seria forçar os noivos à casar, e sim apresentar um homem à uma mulher com a sugestão explícita de que eles poderiam ter algo em comum e vir, quem sabe, a se casar. Até os meus pais – quem diria! – também se conheceram desta forma!

Coincidentemente, hoje li um artigo em um blog de casamento falando sobre o casamento japonês. Eu não conheço muito sobre casamento japonês, mesmo sendo descendente de japoneses, então fiquei bem curiosa (ainda mais depois do papo com meus pais na noite anterior). O artigo tem umas fotos lindas, e algumas curiosidades sobre o casamento japonês.

Um dos pontos da cultura que eu já conhecia, mas achei legal compartilhar é esse:

Uma coisa diferente das culturas ocidentais é o presente de aniversários e de casamentos. Os convidados costumam dar presentes em dinheiro em envelopes bem bonitos, para ajudar nos custos da nova vida. Esses envelopes vendem na Liberdade (bairro tradicional japonês em São Paulo), mas precisa prestar atenção pois alguns são de aniversário ou até enterro (quando é costume os amigos darem dinheiro para a família para ajudar nos custos do velório, etc). As notas devem ser novas – no Japão é até comum ir ao banco e pedir “dinheiro de casamento” com a garantia de que nunca foram usadas. É símbolo de vida nova. E nos casamentos, sempre em número ímpar, para que não seja possível a separação por 2.

Não sabia que os japoneses costumavam a dar dinheiro como presente de casamento… mas sabia que isso acontecia em caso de morte. Como já perdi 2 avôs e uma avó, pude presenciar isso. Outra coisa que se costuma fazer em missas para falecidos – e que os brasileiros estranham muito – é recepcionar as pessoas depois a missa com uma refeição, como um modo de agradecimento pela presença de todos, e não para “celebração da morte” como já ouvi muitas pessoas comentando erroneamente!

Bom, era isso… gostaria de compartilhar um pouco sobre a cultura japonesa… eu mesma ainda estou aprendendo também! 🙂

Beijo,
Ka

Saudades de desenhar…

Fast Girl # 61 – Princess Peach from Hiro Kawahara on Vimeo.

Quando criança desenhei muito. E até que desenhava bem! Eu até pensava que um dia eu seria uma desenhista profissional! hehehe! Tive muitos cadernos de desenho que guardo até hoje. Infelizmente não desenho mais, mas morro de vontade de voltar a desenhar… De vez em quando faço algo aqui ou ali, mas nada extraordinário. Ver os vídeos do Hiro me faz querer ainda mais voltar a desenhar!

Bebê

Um dos meus últimos desenhos!

Site do Hiro foi dica da Lia.